Supermarine Spitifire PRXIX (1/72)

A02017

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Kit em plástico da Airfix, à escala 1/72, serve de base para construção do avião de reconhecimento Supermarine Spitifire PRXIX, com decalques para duas versões.

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Ficha informativa

MarcaAirfix
ReferênciaA02017
TipoKit em plástico
Escala1:72
MotivoAvião de reconhecimento
Peças plástico44
Tamanho138x156mm
DecalquesRAF e Força Aérea da Suécia
Periodo histórico1938
AtençãoNão incluí tintas nem cola (venda em separado).
ConteúdoPeças em plástico para 1 kit | Decalques | Manual de instruções

Mais informação

O Supermarine Spitfire foi um avião de caça britânico utilizado na Segunda Guerra Mundial, e foi o único caça aliado que operou durante todo o conflito.

Projetado em 1936 por Reginald Mitchell (criador, na década de 1920, do também famoso Supermarine S6), entrou ao serviço em agosto de 1938, na versão Mk I. Seu nome do inglês spit (cuspir) e fire (fogo), pode ser traduzido como "cuspidor de fogo" e designa uma pessoa (especialmente mulher) de temperamento explosivo.

A fama deste caça firmou-se na Batalha da Inglaterra, em combate contra o Messerschmitt Bf 109, na célebre campanha Blitz sobre as cidades britânicas. Embora no computo final da batalha se verifique que foram abatidos mais caças britânicos do que alemães, as perdas de bombardeiros impostas pela Royal Air Force à Luftwaffe, através dos caças Hawker Hurricane escoltados pelos Spitfires, frustrou os planos de Adolf Hitler de obrigar a Grã-Bretanha a assinar a paz segundo os seus termos.

No final de 1941, quando os nazis já estavam focados no seu principal objetivo, a invasão da então União Soviética, foi introduzido um caça que superava o Spitfire em performance: o alemão Focke-Wulf Fw 190. Por esta época o Spitfire mk. V começou a ser produzido sob licença tanto nos Estados Unidos quanto na União Soviética. A resposta da RAF foi o desenvolvimento versões mais potentes e consequentemente mais pesadas, depois do Spitfire Mk. V, foi produzido em grande escala o Spitifire Mk IX, a versão mais popular que competia em pé de igualdade com o Fw-190A5.

O Spitfire foi produzido desde 1938 até 1948. Do Mk I equipado com motor Merlin de 990 hp e desenvolvendo uma velocidade de 560 km/h até o Mk 47 equipado com motor Griffon de 2.200 hp e desenvolvendo uma velocidade de 723 km/h.

Inicialmente visto como uma solução para combater o Bf-109 acima dos 25 mil pés, o Mk V foi a versão mais produzida do Spitfire. Foi também produzido em diferentes sub-tipos, todos equipados com o motor Merlin 45 ou 46, com 1.230 hp. Basicamente, o que determinava a versão era a asa. O Mk Va era equipado com 8 metralhadores Browning, o Mk Vb possuía 2 canhões de 20 mm Hispano e 4 metralhadores e o Mk Vc possuía a asa “universal”, que podia ser equipada com combinações de canhões e metralhadores, dependendo da necessidade ou preferência do piloto. Algumas asas, podiam ser equipadas com pontas especiais alongadas, para interceptação a alta altitude, ou pontas curtas para missões a baixa altura. Equipados com supercharges modificados para aumentar a potência a baixa altura e com filtros de areia Vokes, os Mk V foram enviados para o Norte da África.

Em junho de 1942, um Fw-190 pousou em Pembrey, após seu piloto ter se perdido no mau tempo. Isto deu à RAF, a oportunidade de testar a aeronave contra o Spitfire Mk V, e o caça alemão mostrou-se melhor em todos os aspectos, com exceção da habilidade de realizar curvas. Aguardando a chegada do Mk IX, alguns Mk V tiveram a ponta da asa removida em 4 pés e 4 polegadas, para aumentar a velocidade em altitude média.

O primeiro Mk IX chegou em julho e foi enviado para o Esqudrão Nº 64 em Hornchurch. Ele possuía um grande ganho em desempenho, especialmente no que diz respeito a razão de subida e velocidade máxima, que agora era de 410 mph. Testado contra o capturado Fw-190, o Mk IX mostrou-se com desempenho favorável.

Em 1944, o Spitfire XIV começou a substituir gradualmente a versão IX, a versão VIII foi designada ao teatro do mediterrâneo e pacífico. A versão XIV era a mais rápida de todas, porém também a mais pesada, o grande motor americano fez o Spitfire perder um pouco a sua silhueta. Em 1944 começaram a modificar os motores do Spitfire LF IX para obter um impulso a 25 libras, que aumentava a potência do motor em média e baixa altitude.

Os Spitfires atuaram também como caças-bombardeiros em apoio ao 2º Exército Britânico, quando de seu avanço até o Rio Reno. Aquando da fatídica Operação Market Garden e dos subsequentes vôos de ressuprimento das tropas, os Spitfires escoltaram os aviões de transporte. No dia 5 de outubro, o primeiro jato Me-262 a ser abatido, foi por um Spitfire do Esquadrão Nº 401.

Os Spitfires também escoltaram os Lancasters e os Halifaxes nos dois últimos grandes ataques da guerra, contra Heligoland e Wangerooge. Um dos pilotos que participou da escolta foi Bobby Oxspring, que havia começado a guerra voando o Spitfires no Esquadrão Nº 66, em fevereiro de 1939 e agora a estava terminando, como Comandante do Grupo Nº 24, ainda pilotando Spitfires

A última batalha na Segunda Guerra, foi com esquadrões de Seafire Nº 801 e 880, em 1945. Eles eram equipados com tanques auxiliares americanos, que aumentava-lhes o raio de ação em 50%. Esses Mk III, no dia 15 de agosto, escoltando torpedeiros Avengers, abateram 8 caças Zeros.

Após a Segunda Guerra, os caças Spitfires e 109 voltaram enfrentar-se e até mesmo a voar juntos na Guerra Árabe-Israel.

Kit em plástico da Airfix, à escala 1/72, serve de base para construção do avião de reconhecimento Supermarine Spitifire PRXIX, com decalques para duas versões.

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Supermarine Spitifire PRXIX (1/72)

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Kit em plástico da Airfix, à escala 1/72, serve de base para construção do avião de reconhecimento Supermarine Spitifire PRXIX, com decalques para duas versões.

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